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Gratitude junho/2018

Mais um Gratitude saindo num mês de reviravoltas porque a vida não vai se tornar mais "fácil" porque tem um post sobre as cois...

6.11.18

a garota da fábrica de fósforos | filme | finlândia | existencialismo | sartre | trilogia do proletariado | blog | neodesvario

Já faz um tempo que assisti a esse filme e não falei sobre ele ~junto com muitas outras coisas que deixei de postar pelo motivo que você já sabe~ mas é um filme que me fez pensar sobre tantas coisas que decidi trazer ele aqui para, quem sabe, tentar convencer alguém a assisti-lo, nem que seja para dizer que não gostou, vai.

Antes de assistir, recomendo ler algum livro de Sartre. Eu indico O Muro porque foi o único que li até hoje mas acredito que qualquer outra obra dele venha com o mesmo tom existencialista, que é o que vai fazer a diferença na hora de assistir A Garota da Fábrica de Caixas de Fósforos.

O filme, que também pode ser encontrado como A Garota da Fábrica de Fósforos, é finlandês-sueco e foi lançado na Finlândia na década de 90. Dirigido por Aki Kaurismäki, é o último capítulo da sua Trilogia do Proletariado. O primeiro e segundo filmes são Sombras no Paraíso e Ariel, os quais ainda não assisti mas já tô correndo atrás, o que deixa claro que não importa se você assiste fora da ordem de lançamento, não vai atrapalhar o entendimento na história.


a garota da fábrica de fósforos | filme | finlândia | existencialismo | sartre | trilogia do proletariado | blog | neodesvario

A produção começa contando um pouco da vida da personagem principal: ela mora com os pais e trabalha na fábrica de caixas de fósforos para sustentá-los. Ganhando pouco e trabalhando muito, tanto em casa quanto na fábrica, ela não se relaciona com muitas pessoas, amigos ou amantes. Ou seja, uma mulher demasiado solitária, triste e cansada. Na busca por algo que chegue mais perto de viver e não de sobreviver, ela compra vestidos e vai ao bar algumas vezes para tentar conhecer alguém mas a monotonia também a acompanha nesses espaços, até que ela conhece um rapaz...

Definitivamente não é um romance. Não mesmo!

A trama é composta de pouquíssimos personagens e diálogos, foca mais no que pode ser entendido visualmente e sentido, o que ajuda bastante já que, se houver dublado, eu não achei mas se você encontrar me diz porque eu também quero!

Tem que ter um pouco de sensibilidade e referência para aproveitar o filme do início ao fim, não é um filme de sessão da tarde, é realmente para tentar fazer a gente refletir e eu acredito que seja muito em volta da sociedade, do meio trabalhador e que no final vamos todos para o mesmo lugar, rico ou pobre, feliz ou triste. 

Para debaixo da terra mesmo. 


a garota da fábrica de fósforos | filme | finlândia | existencialismo | sartre | trilogia do proletariado | blog | neodesvario

Além de tratar de algumas problemáticas sob a ótica feminina, inclusive de algumas que só acometem o meio feminino e que está muito em alta hoje em dia, onde o foco é sempre criminalizar a mulher, tirando a responsabilidade total do homem.

Por isso, achei muito com cara de existencialista ~e crítica~ de acordo com a visão de Sartre nos contos, onde parece que os personagens não são tudo isso, mesmo que estejam fazendo parte do enredo, mesmo que seja personagem principal e que suas dores estejam sendo postas num palanque para todos verem. A ideia de que "é, tô aqui contando essa história sobre você mas você vai morrer como todo mundo e a história também morrerá", sabe?

Se você já ouviu falar desse filme e assistiu e já leu algo de Sartre, me diz aí se você conseguiu linkar os dois porque eu só lembrava de O Muro rs. Se tiver indicação de mais filmes com o mesmo viés também quero saber.
1.11.18

eu quero estar errada-eleições-medo-cuidado-precaver-segurança-mãos-dadas

Todos esses meses sem postar direito, alguns sem postar absolutamente nada e eu só posso pedir desculpas... Na verdade, não é só em postar que tenho falhado, mas em produzir, expelir sentimentos, ler... Acontece que com essas eleições os sentimentos que tenho aqui dentro não são os melhores, embora genuínos e completamente humanos, não eram eles que eu gostaria de trazer para cá.

Desde a metade do ano que tenho sentido medo e angústia pelo que poderia chegar a acontecer agora em outubro e que, enfim, aconteceu. Agora eu sinto um misto de medo, euforia, pavor, alívio... Medo porque já estou vendo os resultados dessa eleição, euforia porque preciso disso para planejar possíveis fugas para salvar a mim e a quem mais eu puder salvar se a merda ficar muito pior do que pensamos, é daí que vem o pavor, porque e quem eu não puder ajudar? E quem não conseguir se salvar? O alívio é de que agora temos certeza do que vai vir, mesmo que seja pior do que a nossa imaginação possa produzir, com certeza não é algo bom.

Um país extremamente desigual, machista, homofóbico, racista e intolerante em todos os sentidos agora tem um representante que personifica todos os maiores medos vitais das pessoas do Brasil. Ainda estamos dentro da maioria que não votou nele, somos milhões a mais que os votantes nessa tragédia e mesmo assim sinto que estamos sendo esmagados, ou que essa será a sensação ano que vem.

Sabe o que me deixa mais tensa? Minhas sensações nunca estão erradas. Esse "sexto sentido" que me diz muito sobre pessoas, locais, governos... antes mesmo que eu possa comprovar o porquê dos sentimentos provocados e então... é só esperar para ver.

Eu não quero esperar para ver, quero estar preparada até lá e convido você a se preparar também. Eu quero muito estar errada, de verdade, e se eu estiver errada eu vou ficar muito feliz e aliviada mas até lá não podemos simplesmente "esperar o melhor" se no plano de governo tá escrito o pior para a população. Vamos esperar que ele não cumpra suas promessas que o fizeram chegar ao pódio? É confiança demais e eu sou muito desconfiada quando o assunto são vidas.

Quero tirar meu passaporte para o caso de precisar ser usado, é quase 300 conto então se você, assim como eu, não tiver o seu, se planeje e vá juntando dinheiro, não espere ficar sem ar para buscar oxigênio, precisamos nos precaver, nos unir, nos solidarizar, nos proteger. Escrevo hoje esperando ler tudo isso lá na frente aos risos e vinhos, e como diz minha avó "O seguro morreu de velho" e nós não planejamos morrer de outra forma.
3.10.18

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Primeiro gostaria de dizer que nem achava que esse livro aparecia por aqui porque eu realmente não tinha ideia do que esperar dele. Já tinha ouvido falar algumas vezes só e meu namorado apareceu com ele aqui, que uma amiga estava se desfazendo, tava sem nada para fazer, pensei: porque não?

Comecei a ler despretensiosamente até porque ele é bem curtinho, 127 páginas, e quando vi já tava quase na metade no primeiro dia e quando não o estava lendo, tava pensando nele. Tem uma escrita muito fácil de ler, didático mas com uma historinha por trás de todos os ensinamentos, que deixa a gente ansiosa para saber o que vai acontecer no relacionamento dos personagens, que não é nada muito elaborado, só o suficiente para que a gente possa compreender o que é passado.

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Toda a história é contada em primeira pessoa pelo executivo chamado John, que tem passado por alguns perrengues em casa, com seus filhos e esposa, e na empresa que lidera, que passa por uma crise danada. Em todos os casos, John acredita que não tem culpa nos problemas, os problemas que chegaram a ele, assim, sem mais nem menos e no desenrolar podemos ir descobrindo o que sucedeu esses acontecimentos.

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

O Monge e o Executivo é um pequeno compilado de métodos e do que realmente significa liderança, num contexto em que dê certo na nossa sociedade, fazendo comparações com o que já funcionou e que agora está fadado ao fracasso. Nos coloca, junto aos personagens, para refletir sobre o papel de quem lidera, se quem lidera sabe da responsabilidade que aceitou ao estar nesse posto, o que ela representa ou tem que representar, de forma conquistada, para toda a equipe, etc.

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Tem uma pitada sim de religião por conta do Monge mas se você não é religiosx ~como eu também não sou~ ainda sim tem muito o que absorver entre as páginas. Eu, pessoalmente, ainda pude ver o lado espiritual da coisa (que talvez seja o que mais chega perto de uma religião para mim). Mas se você ainda assim não tem nenhuma dessas visões, vai por mim, ainda será ótimo para você e ainda poderá ver o outro lado da coisa. 

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Além de que, entre os personagens, tem dos mais céticos (um sargento) aos mais ligados à igreja, por exemplo, (um pregador), então dá para se sentir bem representado em algum momento, o que deixa todo mundo à vontade e sem aquela velha pressão de fé que poderia vir.

Fiquei muito surpresa com tudo que pude aprender com essas poucas páginas. Não conhecia o autor e nem tinha lido nenhuma resenha do livro e talvez assim, às vezes, seja até melhor, para que os dias tenham algo para nos surpreender, né?

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Recomendo fortemente para qualquer pessoa, mesmo que nunca tenha pensado em abrir uma empresa ou coisa do tipo mas que se relaciona com pessoas, acho que vai ser muito útil, para mim tem sido. E, principalmente, para quem quer empreender e lidar com pessoas. Lidar com pessoas é extremamente difícil porque não há um padrão, não são robôs, mas isso não precisa ser algo ruim, pode ser algo positivo ou até mesmo o diferencial de uma equipe e tudo depende de quem lidera, de quem está à frente dessas pessoas.

Me diz aí se você já leu ou tem curiosidade. Se quiser e puder comprar, pode clicar aqui (tá por R$9,50 *o*), que você ajuda esse cantinho a continuar acontecendo com uma pequena comissão no momento da compra sem gastar nada a mais.

 Já leu outro livro mas com a mesma temática? Me indica aí pois me interessei haha
19.9.18



Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog

Mais dois meses inteiros num só post, ainda bem que só vão as coisas boas haha Sério!

Infelizmente, minha felicidade de ter voltado a postar acabou uma semana depois de externá-la por aqui, que tristeza! Mas enfim voltamos e vamo ver no que vai dar.

Quero começar falando que desde o mês passado descobrimos duas marcas de chocolate mais em conta, mais gostosas e mais acessível, no sentido de ter nas cidades, veganas. Não tem o selinho de que é vegan mas é liberado para gente, sabe? Uma é da Arcor (53% cacau) e o outro é da Cia do Cacau (que é 70% e daqui do Recife *O*), que particularmente é o meu preferido e me lembra muito o chocolate ao leite que eu amava. 

Toda essa ausência aqui tem se dado pelo tempo que tenho dedicado a um projeto antigo que a cada dia tem ganhado mais forma, a @vvinculo. Grazi foi a pessoa que me deu mais força e ver a confiança dela no que ela faz na @khaule.studio conseguiu me contagiar haha Todos esses meses acabaram me fazendo projetar planos futuros, colocar metas, pesquisar sobre marketing digital e tantas outras coisas. É um novo mundo!

Finalmente comecei a ler de verdade o livro que Grazi indicou no insta e que minha mãe me deu de presente (♥), chamado Empreendedorismo Criativo. É muito incrível ver a capacidade que o ser humano tem de criar, inspirar e transmitir coisas boas para o mundo quando ele sente que pode fazer isso. O livro conta sobre empresas criadas do zero, projetos que antes não existiam e essas pessoas fizeram existir, assim, de suas mentes. Vou terminar de ler e trazê-lo aqui, ok? Mas já deixo registrado que tô amando e lendo em voz alta pro meu namorado também se inspirar haha Já leu?

Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog/sapatinho de bebê de crochê/vvinculo

Nessa vibe de criação e empreendedorismo, fiz o primeiro sapatinho de crochê tipo all star. Afe eu achava tão lindo mas no fundo achava que eu não iria conseguir haha Felicidade define sim ou claro? É a coisa mais fofa que existe! Essa confiança de dizer que algo que algo que fiz, é bom e vale à pena também é uma conquista, sério, até bem pouco tempo atrás qualquer coisa produzida pelas minhas mãos eu achava uma completa merd@.

No meio das pesquisas sobre vendas, também dediquei muito do meu tempo a entender sobre investimento e conquista de sonhos, o que me deixou mais confiante para o que quero realizar. Encontrei um canal ótimo que trás para a gente detalhes sobre como conseguir chamado Me Polpe!. A Nath é ótima em passar informações sobre dinheiro e nosso relacionamento com ele, mas cuidado, não é saudável levar a ferro e fogo tudo que ela diz, tem pitadas problemáticas em algumas falas, principalmente em vídeo antigos, então se blinde de coisas que podem te frustrar com sua vida porque não tem nada de errado com ela, mas nunca desista de seus sonhos. Que a conquista de sonhos não nos faça esquecer de quem somos.

Daí fiz uma planilha para acompanhar o que entra e sai aqui em casa e descobrimos que pode sobrar mais do que pensei, então fizemos o primeiro investimento semana passada! Afe! Que felicidade! Que nervosismo! Parecia que eu tava vendendo um rim hahaha Vamo cuidar da nossa aposentadoria porque se aposentar pelo inss nóis já num vai né, migs? Já perdi essa esperança :/ 

Agora me voltando mais para o intrínseco e pessoal, conseguir estabelecer uma conversa sem provocar dor com uma pessoa que tanto me machucou no passado parecia uma loucura há um ano atrás, talvez até há alguns meses atrás, principalmente no que diz respeito à família, né? Porque a gente conhece e se afasta de um bocado de pessoas na vida mas não tem como fazer isso com alguém que cria a gente. Mas essa conversa aconteceu, repetiu e já considero uma vitória das grandes. Tinha colocado isso como uma meta na terapia e ter conseguido dar o check mental nela realmente me revigora e me faz ter orgulho da pessoa que tenho conseguido ser.

Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog/gatinha/neném

Falando da terapia agora, desde o mês passado, talvez desde a vitória da conversa estabelecida ~talvez~, tenho vivido uma plenitude comigo mesma. Uma confiança na pessoa que sou. É uma doideira de detalhe que faz toda diferença para se levantar todos os dias. Claro que os momentos de tristeza vêm, as decepções, as perdas, mas entender que tudo isso é normal, que acontece mesmo, que só eu não sendo humana para não vivenciar tudo isso (o que é impossível), deixa tudo tão mais fácil...

No meio de tudo isso, adotei um novo neném que tava miando num lugar que costumava ir. A tadinha é virada, tira todo mundo do sério, até os outros gatos, gente, mas é a coisa mais linda. Sem falar que ela mama nos dedos da gente. Dá pra crer? haha

Enfim, só de escrever esse post tive algumas ideias do que trazer para cá. Bendito Gratitude com pessoas maravilhosas! Quais gratitudes você tem para esses meses? O que deseja guardar na memória pro futuro? Coloca aqui embaixo, vou adorar conversar com vocês ~sempre adoro ><.

Veja os post dos migos:


19.7.18

O que temos feito nas redes sociais | neodesvario | arte | social media | pawel kuczynki

E com as duas palavras - redes sociais - nossa mente já vai direto ao virtual, percebeu? Confesso que, pessoalmente, tenho estado bem triste com as relações sociais físicas que chegam até mim. Na verdade eu nunca fui muito sociável, mas tem aquelas pessoinhas que fazem meus dias melhores com uma conversa, em contraponto, tem aquelas que evito ao máximo por me deixarem mal começando pela energia.

É, eu acredito em energia. Eu acredito e sinto.

Daí quando a gente vai pro virtual, como pode haver a troca de energia? É possível? As pessoas estão querendo que haja alguma troca? Além disso, o que a gente tem feito nessa internet de meu-deus? A gente tá dialogando com as pessoas? Estamos evoluindo, lendo, conversando? A gente tá cuidando das pessoas? Trocando - e não apenas expondo - experiências? O que estamos fazendo nesse novo jeito de existir? Existir é suficiente? Estamos vivendo?

Se quando a gente pensa em "redes sociais" a gente lembra da virtual, o quão impessoal, e abraçando essa impessoalidade, estamos sendo? Ou as redes sociais podem sim ser pessoais?

Eu não acredito que as pessoas gostem de ficar o tempo todo sozinhas. Até quase o tempo todo, sim, mas todo ele, não. E eu tô falando em fazer isso de boa, sem sentir falta, com a mente sã. Porque somos humanos e humanos dependem de relações sociais, nem que seja indo numa feira e pedindo desculpas por ter esbarrado numa moça. A gente precisa.

Nas redes sociais virtuais não poderia ser diferente.

Tem tanta gente que sai desse mundo "real" em busca de um refúgio em algum cantinho dessa internet. Não tá nos planos dessas pessoas chegar nesse cantinho e ser ignorada, tá? As pessoas estão aqui em busca de algo para elas também, alguns pixels de espaço, algumas inspirações para ter, informações, aprendizados, uma palavra amiga... Elas querem e nem sabem. Ou sabem?

Mais uma pergunta: para que servem as redes sociais?

Quero dizer: para que serve para nós, pessoas comuns?

A gente vive criando conteúdo para as redes e só? Elas ganham dinheiro em cima de nossos anseios e só? É só nisso que a gente vai ficar? Numa troca de like e seguidor enlouquecida e que só vê números que na verdade não dizem nada sobre nós, dizem apenas que aquele app tá cheio das pessoas enriquecendo por trás do html ou grandes marcas.

O que temos feito nas redes sociais | neodesvario | arte | social media

Poxa, somos seres tão complexos. Somos seres únicos - como todos os outros, não podemos esquecer. A gente não pode ficar só na sensação de que estamos evoluindo, aprendendo, melhorando, crescendo. As redes sociais fazem isso com a gente e a gente fica estagnada sendo iludida por coraçõezinhos... Vamos partir para ação? 

Desde o filme Capitão Fantástico tenho mudado minha conduta nas redes sociais, virtuais e físicas. A cada dia tenho tentando agregar para mim e para as pessoas que estão à minha volta. Comecei um diálogo pelo imbox do instagram com algumas pessoas que responderam uma enquete e me senti tão bem. Parecia que eu tinha sentado com cada um num barzinho diferente enquanto tomávamos algo e conversávamos sobre quem somos. Mandar palavras de carinho e receber, mesmo que escritas e via banda larga, refaz a gente, sabe? Me senti acrescentada e pretendo continuar com isso por lá. Se quiser conversar também, tá convidada.

Os diálogos aqui onde chove e faz sol estão engraçados, para não dizer com um humor bem ruim mesmo. Quando a gente acha que tá perto de uma pessoa com empatia e sensibilidade, ela nocauteia a gente com uma frase meio - toda - bosta. Uma dessas frases me deixou refletindo e comecei a ler um livro chamado O Processo Civilizador. Ou seja, peguei aquela coisinha que ficou ruminando em mim e transformei em busca de conhecimento. É massa. Melhor que só ficar no negativismo, sério, não faz isso, só magoa a gente.

Enquanto aqui fora continua assim meio fuen, uso essa internet maravilhosa para me conectar com pessoas maravilhosas que só me acrescentam e me fazem tão bem, chegando ao ponto de mandar essa energia boa de lá para cá e ela fica indo e vindo daquele jeito bom. Um desses canais é esse broguitcho, que me possibilita encontrar quem me faz bem <3

Esse post não tem conclusões e nem é para ter, é uma conversa e, como uma conversa, vai e vem. Queria saber o que você acha disso tudo, se conseguiu acompanhar essas minhas interrogações e se fez alguma diferença aí desse lado. Vamos transformar nossos espaços aqui em grandes barzinhos que servem chás, cafés e comida gostosa.

Dois podcasts que escutei sobre redes sociais e recomendo:


Mamilos + Meio Fio em 4D

Tem algum recurso para me indicar para ampliar os conhecimentos? Comenta aqui!
*arte1: Pawel Kuczynski
arte2: desconhecido