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Gratitude abril e maio/2018 + vasculhando gratidões

Faltamos no mês passado? Faltamos. Mas foram tempos difíceis e corridos para alguns de nós e não dava postar com um faltando, né non? C...

16.7.18

Euzinha estava num momento de surto em que meu maior querer era me livrar de tudo, de todos os anseios, da vontade de ir pra a faculdade, da pressão no estudo (que não é para aprendizado mas para servir de calço para outra coisa), da vida social-urbana e me mandar para o mato. Na minha cabeça esse lugar ia me trazer a tão querida paz, o sossego e os momentos comigo mesma que tenho buscado e que são tão difíceis do lado de cá - como tá por aí? dicas?

Falei isso no nosso grupo do Gratitude (<3) e Guttho me recomendou assistir ao filme Capitão Fantástico. Procurei ~nas internet da vida~ (tendeu?) e no dia seguinte já fomos assistir aqui em casa. Aviso: não tem na netflix. Uma blasfêmia, sim.

Comecei a ver o filme e se tornaram as melhores duas horas da semana, pelo menos. Se formos contar as horas gastas com áudio visual, tá entre as melhores, com certeza. Nesse momento tô pensando nas palavras que vou usar a partir de agora. Na minha cabeça só vem maravilhoso e fantástico. Porque descrever acontecimentos cotidianos é fácil mas e sentimentos e sensações? Tá aí o desafio da escrita que quem se propõe a escrever passa.


Comecemos devagar.

O filme se trata de uma família que vive "nos mato", onde eu queria morar, lembra? Três irmãos e três irmãs, o pai e a mãe. Os pais decidiram criar os filhos ali naquele pedaço de terra, criá-los ao seu modo, entende? E nesse quesito vários pontos são propostos. Eles promovem a leitura como educação técnica sobre tudo (todos leem), exercícios físicos, meditação, eles caçam para se alimentar e trabalham todos juntos, do mais novo ao mais velho, dialogam e pergunta feita é pergunta respondida - como numa cena em que um dos mais novos pergunta o que é estupro ao pai e ele, prontamente, lhe responde de modo simples e sem rodeios. E porque não?


A ideia de grupo e comunidade é comum a todos. Em muitas partes vemos eles citando ou falando sobre Marx ou Ttrotsky, ou, até mesmo, Mao Tsé-Tung, além de Benjamin Spock, Platão e tantos outros cientistas/revolucionários. Sabe a parte do diálogo? É a dialética que é empregada ali. A dialética vem do grego dialektiké e significa "arte do diálogo", onde pensamentos a favor e contra algo são propostos e todos chegam a um consenso em busca da verdade. Alguns são bons em filosofia, outros em biologia e outros em física e química. São pessoas, não é mesmo? Cada um com sua particularidade, personalidade e características. 

Pois bem. Por algum motivo eles precisam voltar à cidade e quando isso acontece, vem o choque. Eles nunca socializaram com mais ninguém, não sabem o que é coca-cola - e coisas do tipo - e os ideais que eles conquistaram pela informação na leitura vai totalmente contra esse mundo caótico que a gente vive, mesmo com toda informação que nos rodeia.


A gente vai acompanhando essa família, se apaixonando pelos personagens e desejando aquele pai para gente - pelo menos eu queria. A gente se sente parte dessa família e a gente só quer que ela fique bem. As emoções vêm e a gente só sabe sentir, chorar e sorrir. Não é um filme para todos mas com certeza todos deveriam assistir em algum momento da vida. 

Eu tava tão perdida antes de assistir esse filme. Daí comecei a assistir e já tava certa de tudo na minha vida. Depois fiquei confusa e agora vivo refletindo mas sem dor. Fiquei pensando sobre o que a gente tem vivido, as redes sociais cada vez mais lotadas, a criação de mais redes sociais (vocês viram o IGVT? Fiquei nervosa com aquilo e, pelo blog da Maki, vi que tive uma crise de FOMO junto com a crise de ansiedade que eu já conheço), cada vez mais pessoas falando e sem ouvir, falando sobre tudo mas sem se ligar a nada, pessoas que não enxergam pessoas nas redes virtuais e nem nas físicas, sendo que elas são criadas por essas pessoas... Até falei sobre isso no instagram e conversei com algumas pessoas (vem conversar comigo <3)

Uma coisa que ficou claro, pelo menos para mim, é que o extremismo ideológico nunca será a solução. Em qualquer coisa. Sobre qualquer bandeira. Se você defende uma bandeira acima de qualquer coisa ou pessoa, talvez não seja a melhor forma e nem a mais saudável de se doar a algo. O social é importante. O social é muito importante.

Todos esses pensamentos vieram e eu fico feliz em poder falar que eles vieram sem causar dano mas com um sentimento de ação. Sem angústia, sabe? Eu tenho ficado tão grata a esse filme - e ao Guttho <3 - a cada dia que passa que eu juro que eu vou comprar o DVD - ou blu-ray? não sei a diferença - assim que eu puder. É um filme para se ter na cabeceira.


Enfim, se você tá meio perdido, como todo mundo, vem cá, senta aqui, toma essa pipoquinha e vamo assistir esse filme, sério. Depois me conta o que achou, se mudou algo na sua vida. Eu quero saber, de verdade, não é possível que só eu tenha amado tanto.

.se você já assistiu ao filme, vai entender o motivo dessa música nesse post e vai me dizer o que achou.
10.7.18


Mais um Gratitude saindo num mês de reviravoltas porque a vida não vai se tornar mais "fácil" porque tem um post sobre as coisas boas dela no final do mês, né?

Acho que uma das melhores coisas desse mês para mim foi o filme Capitão Fantástico. Eu tava surtando com os problemas e aí o Guttho me indicou esse filme e eu vou agradecer eternamente. Sério. Que fabulosidade (?). Vou falar sobre ele por aqui, se já tiver saído algo, deixo marcado, mas procurem. Vale muito à pena de verdade.

Outra coisa que me fez feliz como quem não quer nada foi que eu voltei a ler fanfics. Não sei vocês mas amo ler fanfics de todo o meu coração. Já tentei escrever uma mas tão difícil e tem gente que pega os personagens, joga de um lado pro outro e a gente só sabe admirar, né non? Vocês leem? Sobre o que geralmente vocês leem? Conte-me! Como eu leio no celular, isso me deu um gancho maravilhoso, e já vai pra outra coisinha bela, em que por querer informação mesmo comecei a ler um livro chamado O Processo Civilizador. Antes eu tava com um problema de ler no celular mas ler fanfic abriu essas portas pra mim haha

Já tinha esquecido de uma coisa: ganhamos cogumelo fresco. Gente, eu moro no interior, aqui não tem cogumelo de nenhum tipo, a não ser em conserva, e até em Recife fica difícil encontrar o fresco, a gente só achava o desidratado, daí veio uma pessoinha que é vegetariana e deu pra gente uma bandeja com um mix junto com uma vasilha de feijoada vegana. Se isso não é carinho, eu não sei o que é.

Por último mas não menos importante, voltei a fazer crochê, que eu tinha deixado de lado. Essa coisinha da foto é de uma ideia que já mudou tanto que só vou contar os planos que tenho pra ela quando ela estiver caminhando mais rapidamente. Terminei esse quadrado, eu queria um quadrado, - que na verdade nem terminei meixmo porque faltou um pedaço de linha... Triste mas confiante de que a ideia vai tomar forma.

Vejam os posts dos migos:
1.7.18


Tá difícil não tá? Eu sei que tá. Aqui também tá. Hoje mesmo é um daqueles dias que a gente para um pouco e sente aquela dorzinha na cabeça, aquele peso nos ombros e a vontade de só dormir. Eu queria que não tivesse assim, mas tá.

Fomos para a cama à tarde, ficamos conversando e, sabe como é, foi rolando uma coisa e essa coisa leva outra e tava massa, até que me chateei. Não tava rolando do jeito que eu queria e me chateei. Me chateei e não quis mais. Não quis mais beijo, não quis mais falar. Não tinha me escutando durante, de que adiantaria agora? Só fiquei na minha, com o celular na mão tentando um joguinho em que eu só morria. Aquilo também começou a me chatear.

Antes disso tudo, minhas costas decidiram me comunicar que têm uma idade diferente da minha existência nesse mundo e  já faz alguns dias que elas vivem doendo. Nem consigo me abaixar direito. Nem dancei forró no dia de São Pedro. 

E antes dessas dores, tenho me coçado pelo corpo todo. Sabe o corpo todo? Então. Principalmente no tronco. Não sei se é alergia, não sei se é ácaro, não sei se foi alguma comida que tenho comido demais - milho, talvez? Já tomei banho com sabão de coco e agora tô tomando com um ati-coisas-que-provocam-coceira.

Primeiro que isso tudo veio antes e durante a culpa de não estar estudando. Todo mundo me pergunta se eu tô estudando e eu respondo que sim e eu não tô. Tá todo mundo interessado no que eu vou fazer da vida, no que eu tô fazendo. "Não pense em ter filhos agora", dizem, e quem disse que eu quero? Mas e se eu quisesse? "É melhor estudar", continuam, mas será que eu não sei!? Fala isso para minha mente! Quando eu sento, começo a ver as vídeo-aulas, faço anotações mas parece que eu não tô ali.

E depois das dores nas costas, meu ciso tem doído tanto que minha cabeça inteira parece que vai explodir. Ele já tinha ficado bem dolorido antes mas essa dor... Não tem explicação. Essa dor me fez dormir hoje, acho que meu corpo tá tentando se livrar dela do jeito dele. Não o culpo. Fui ao dentista e ele disse que vai ter que fazer uma pequena cirurgia nesse dente, que na hora o que vai doer é a anestesia mas o ruim mesmo é o pós operatório que é bem chatinho. Chatinho é uma tentativa de eufemismo, eu tenho que dizer e agradeço a ele por tentar, mas chatinho é quando a gente bate o dedo mindinho numa quina de algum móvel. Ainda vou descobrir qual palavra vai caracterizar essa dor. Ah, a cirurgia vai ser terça.

É isto.

Já ia esquecendo. Quando fiquei sozinha hoje à tarde, tentei mudar meu humor. Fiquei tirando umas fotos em que eu gastaria um tempo editando, ocupando a mente. No meio dessa sessão de fotos, quebrei meu óculos. Cara. Mal tô tendo dinheiro para fazer o exame e comprar a lente. Aliás, não tenho nada, quem tem é meu namorado e tem tanta coisa para se fazer com pouco dinheiro. Eu não tenho ajudado em nada. Meus olhos, nesse momento, pesam como pedras e me impossibilitam de ler qualquer coisa sem ser presenteada com mais uma dor nesse corpo que vos escreve.

Então, euzinha, sem óculos, com dor nas costas, dor no dente, sono e mau humor, tentei mais uma vez ficar de boa. Sentamos na frente do portão de casa, que ainda fica dentro da cerca, e ficamos lá. Daí. Se prepara! Um carinha na casa da frente subiu no muro do segundo andar onde tava tendo tipo uma festa, se posicionou para fora e colocou o pinto para fora para mijar. Tu tá me acompanhando? Tá me entendendo? Esse cara provavelmente tem praticamente minha idade e tava se sentindo super maneiro com a porra do pinto de fora. E a gente ali. Eu já tava me preparando para falar algo e meu namorado diz "Não, vai fazer o quê? Deixa o cara" e eu sem entender merda nenhuma, respondi "Olha só para isso, tá certo essa merda?" e ele "Não mas vai fazer confusão para quê? O cara tá lá"

E eu entrei.

Ele foi dormir e eu fiquei na sala fria. Pensando. Pensando. Todos aqueles sentimentos perdidos e rápidos de novo.

Ainda tentei fazer um crochê numa nova tentativa de ocupar minha mente mas remexi tudo e até ele se levantou e procurou mas nada da agulha que eu ia usar.

E agora eu tô aqui.

Sozinha.

Nada faz sentido, sabe? Às vezes nada faz sentido e a gente só fica no meio disso tudo sentindo tudo de uma vez só e chorando na frente da televisão enquanto digita o que tá dentro para ver se colocando tudo para fora fica tudo bem. Mas às vezes não fica.
28.6.18

Já faz semanas que você desapareceu. Assim que nossa mãe percebeu sua falta, ela não quis aceitar isso e preferiu acreditar que você estava atrás de alguma gata no cio. Não vou mentir, eu também. Depois de dias sem você aparecer, ela começou a ficar realmente preocupada, você sentiria fome, frio e saudades nossas, principalmente do colo dela, ela sabe que gostamos muito desse colo.

Nossa mãe perguntou à mulher da barraquinha se tinha visto você andando por ali mas ela disse que não viu nada e até achou que você fosse aquele cara chato que tem a sua cor mas é malvado, você nunca foi malvado. Pois é, também achei ofensivo.

A próxima pessoa a quem ela perguntou foi à irmã dessa mulher, aquela nossa vizinha que mora com Dora, aquela que adora brigar com a gente, lembra? Ela falou para nossa mãe que um cara tinha passado por aqui umas três vezes atrás de um de nós para levar para casa. Nossa vizinha avisou a ele que todos nós que vivemos por aqui temos donos. Ao ficar sabendo disso, nossa mãe surtou. Naquela noite ela não dormiu, chorou escondido mas eu vi e Srtª me contou também. 

Alguns dias depois sentimos um cheiro de carniça atrás daquele muro por onde andamos. Mamãe não conseguiu entrar lá para ver se era você mas o cara que mora lá dentro disse que era um gato preto e branco. Eu não consegui saber se era você mas ela quis ir lá para confirmar ou não, ela reconheceria, mas o cara já tinha enterrado. Então ela aceitou sua partida. Aceitou que tínhamos perdido você para sempre e vivemos o luto. 

Ela decidiu se concentrar nos nossos sobrinhos.

Nossos sobrinhos estão bem grandes e parando de mamar. Nossa mãe tem ajudado Srtª a cuidar deles, já que ela é mãe de primeira viagem. Embora todos esses cuidados, a menina está muito doente dos olhos. Mamãe tem limpado com soro fisiológico mas só tem piorado e já que o menino tem começado a comer ração, Srtª não tem mais muito interesse em dar de mamar, embora todos os esforços de nossa mãe. Estou contando isso porque é nisso que temos nos agarrado, principalmente ela. 

Eu fico mais distante deles, tenho passado mais tempo fora de casa, eu sei que você não é burro de comer um veneno ou ir embora assim da nossa casa. Tenho procurando você por aqui. Esses dias fui até na gruta a sua procura, papai me viu e voltei correndo.

Hoje nossa mãe recebeu uma notícia pelo papai. Ele disse ter encontrado uma mulher que passa por aqui constantemente e ela disse ter visto um cara ter pego você e colocado numa caixa junto com outra gata, disse que pelo jeito ele é de engenho. Eu sabia que algo assim tinha acontecido! Só não queria dar falsas esperanças para eles, já estavam tão tristes... 

Agora a ansiedade dela está a mil. O corpo dela tem reagido a essa tristeza - tremedeira, dor de cabeça, dor de barriga - e tem chorado muito também. Colocou campanhas na internet em sua procura com fotos suas e número para contato. Ela tem muita esperança em te encontrar novamente, ouvi ela dizendo que se descobrir quem te levou, vai em cima do cara, vai buscar você.

Então se você está lendo isso e não souber como voltar para casa, dá uma caminhada pelo território, deixa as pessoas verem você, mas com cuidado, pessoas de engenho comem os de nossa espécie. Fique alerta. Enquanto isso, sigo procurando você por nossa redondeza. Só volta logo, estamos com saudade.

Com saudades,
Gori.
21.6.18


Aquela pequena ~grande~ vitória do mês, sério. Com certeza vai entrar pro gratitude desse mês. Não sei exatamente quando comecei a ler esse livro, mas foi assim que terminei O Muro, e eu já terminei, yhaay! Vou voltar a anotar a data de início das leituras para me orientar melhor.

Comprei esse livro sem saber grandes coisas. Gostei da capa e vi na sinopse que se tratava de um livro sobre irmãs gêmeas vivendo durante o nazismo. Eu nunca havia lido nada sobre guerra e campos de concentração, porque achava que não iria aguentar, mas, gente, amei demais.


Affinity Konar se inspirou na vida real das gêmeas Eva e Miriam Mozes para contar para gente a história de Pearl e Stasha, duas irmãs gêmeas judias, ou mischling (mestiças), que viviam na Polônia com uma vida normal até que a guerra estourou. O pai delas era médico e não é falado muito sobre a mãe, apenas que depois da guerra, depois que o pai delas desapareceu em uma saída para ajudar um menino doente, a mãe passou a cuidar delas junto com o zayde, o avô delas.

E então, em um caminhão de boi, onde havia vários outros gêmeos com seus guardiões, elas foram pegas e levadas para o "zoológico" com a promessa de que iam cuidar dos responsáveis e que não seria ruim para as crianças. Pronto, essa é a premissa do livro.


O zoológico é como é chamado um dos campos de concentração de Auschwitz. Lá tinham vários pavilhões, um para as mulheres, outro para meninos e outro para meninas. Nesse campo atuava o, chamado médico, Josef Mengele, também chamado até hoje de Anjo da Morte. Ele reunia pessoas com particularidades físicas e fazia torturas disfarçadas de experimentos. Entre essas pessoas haviam as albinas, os anões, os aleijados e os gêmeos. Os gêmeos, dizem, eram os mais preciosos, mesmo ainda sendo objetos para ele.

Na visão das meninas, passamos a acompanhar algumas de suas atrocidades. Não vi tanto horror nas palavras, mas sim inocência, porque acabam mostrando as cenas para gente de uma forma mais fantasiosa. Elas têm treze anos. Pearl é mais séria e mais envolvida com a vida aqui e agora, já Stasha é mais sonhadora e consegue se transportar apenas com a sua imaginação. A partir delas podemos ver a ligação que há entre as duas, mesmo com as diferenças, a interminável luta de continuarem juntas e a possível dor da separação.

Além de ser um livro sobre um dos maiores extermínios humanos do mundo, é um livro sobre como as crianças lidavam com isso, deixando claro que às vezes o não saber era o que fazia a esperança continuar existindo, eles continuarem persistindo. É um livro sobre família e amizade também, sobre a dor de mães que perderam seus filhos, sobre o amor de mãe sem precisar ter necessariamente parido para sentir. De fato, é encantador.


Recomendo demais, a escrita da Konar é muito gostosa de ler, as letras estão num ótimo tamanho, bom espaçamento e folhas amareladas, fazendo com que as 316 páginas corram bem rápido.

Se tiver interesse em ler e puder, pode comprar por aqui, assim você ajuda a gente com uma pequena porcentagem na hora da compra sem gastar nada a mais. Uma opção para quem quer comprar mais barato (quem não?), é comprar pelo Cupom Válido, lá você encontra os mais variados cupons das mais variadas lojas, inclusive livrarias, online. Confira os perfis da Amazon, da Saraiva e da Submarino, vai que você encontra um desconto do tamanho do seu bolso, né non?

E aí, você já leu ou ouviu falar sobre esse livro? Que tal colocar ele na sua lista de leitura?