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Às vezes não fica tudo bem

Tá difícil não tá? Eu sei que tá. Aqui também tá. Hoje mesmo é um daqueles dias que a gente para um pouco e sente aquela dorzinha na cab...

3.10.18

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Primeiro gostaria de dizer que nem achava que esse livro aparecia por aqui porque eu realmente não tinha ideia do que esperar dele. Já tinha ouvido falar algumas vezes só e meu namorado apareceu com ele aqui, que uma amiga estava se desfazendo, tava sem nada para fazer, pensei: porque não?

Comecei a ler despretensiosamente até porque ele é bem curtinho, 127 páginas, e quando vi já tava quase na metade no primeiro dia e quando não o estava lendo, tava pensando nele. Tem uma escrita muito fácil de ler, didático mas com uma historinha por trás de todos os ensinamentos, que deixa a gente ansiosa para saber o que vai acontecer no relacionamento dos personagens, que não é nada muito elaborado, só o suficiente para que a gente possa compreender o que é passado.

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Toda a história é contada em primeira pessoa pelo executivo chamado John, que tem passado por alguns perrengues em casa, com seus filhos e esposa, e na empresa que lidera, que passa por uma crise danada. Em todos os casos, John acredita que não tem culpa nos problemas, os problemas que chegaram a ele, assim, sem mais nem menos e no desenrolar podemos ir descobrindo o que sucedeu esses acontecimentos.

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O Monge e o Executivo é um pequeno compilado de métodos e do que realmente significa liderança, num contexto em que dê certo na nossa sociedade, fazendo comparações com o que já funcionou e que agora está fadado ao fracasso. Nos coloca, junto aos personagens, para refletir sobre o papel de quem lidera, se quem lidera sabe da responsabilidade que aceitou ao estar nesse posto, o que ela representa ou tem que representar, de forma conquistada, para toda a equipe, etc.

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Tem uma pitada sim de religião por conta do Monge mas se você não é religiosx ~como eu também não sou~ ainda sim tem muito o que absorver entre as páginas. Eu, pessoalmente, ainda pude ver o lado espiritual da coisa (que talvez seja o que mais chega perto de uma religião para mim). Mas se você ainda assim não tem nenhuma dessas visões, vai por mim, ainda será ótimo para você e ainda poderá ver o outro lado da coisa. 

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Além de que, entre os personagens, tem dos mais céticos (um sargento) aos mais ligados à igreja, por exemplo, (um pregador), então dá para se sentir bem representado em algum momento, o que deixa todo mundo à vontade e sem aquela velha pressão de fé que poderia vir.

Fiquei muito surpresa com tudo que pude aprender com essas poucas páginas. Não conhecia o autor e nem tinha lido nenhuma resenha do livro e talvez assim, às vezes, seja até melhor, para que os dias tenham algo para nos surpreender, né?

LIVRO/RESENHA/JAMES C. HUNTER/LIDERANÇA/VERDADEIRA LIDERANÇA/EMPREENDEDORISMO/NEODESVARIO/BLOG

Recomendo fortemente para qualquer pessoa, mesmo que nunca tenha pensado em abrir uma empresa ou coisa do tipo mas que se relaciona com pessoas, acho que vai ser muito útil, para mim tem sido. E, principalmente, para quem quer empreender e lidar com pessoas. Lidar com pessoas é extremamente difícil porque não há um padrão, não são robôs, mas isso não precisa ser algo ruim, pode ser algo positivo ou até mesmo o diferencial de uma equipe e tudo depende de quem lidera, de quem está à frente dessas pessoas.

Me diz aí se você já leu ou tem curiosidade. Se quiser e puder comprar, pode clicar aqui (tá por R$9,50 *o*), que você ajuda esse cantinho a continuar acontecendo com uma pequena comissão no momento da compra sem gastar nada a mais.

 Já leu outro livro mas com a mesma temática? Me indica aí pois me interessei haha
19.9.18



Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog

Mais dois meses inteiros num só post, ainda bem que só vão as coisas boas haha Sério!

Infelizmente, minha felicidade de ter voltado a postar acabou uma semana depois de externá-la por aqui, que tristeza! Mas enfim voltamos e vamo ver no que vai dar.

Quero começar falando que desde o mês passado descobrimos duas marcas de chocolate mais em conta, mais gostosas e mais acessível, no sentido de ter nas cidades, veganas. Não tem o selinho de que é vegan mas é liberado para gente, sabe? Uma é da Arcor (53% cacau) e o outro é da Cia do Cacau (que é 70% e daqui do Recife *O*), que particularmente é o meu preferido e me lembra muito o chocolate ao leite que eu amava. 

Toda essa ausência aqui tem se dado pelo tempo que tenho dedicado a um projeto antigo que a cada dia tem ganhado mais forma, a @vvinculo. Grazi foi a pessoa que me deu mais força e ver a confiança dela no que ela faz na @khaule.studio conseguiu me contagiar haha Todos esses meses acabaram me fazendo projetar planos futuros, colocar metas, pesquisar sobre marketing digital e tantas outras coisas. É um novo mundo!

Finalmente comecei a ler de verdade o livro que Grazi indicou no insta e que minha mãe me deu de presente (♥), chamado Empreendedorismo Criativo. É muito incrível ver a capacidade que o ser humano tem de criar, inspirar e transmitir coisas boas para o mundo quando ele sente que pode fazer isso. O livro conta sobre empresas criadas do zero, projetos que antes não existiam e essas pessoas fizeram existir, assim, de suas mentes. Vou terminar de ler e trazê-lo aqui, ok? Mas já deixo registrado que tô amando e lendo em voz alta pro meu namorado também se inspirar haha Já leu?

Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog/sapatinho de bebê de crochê/vvinculo

Nessa vibe de criação e empreendedorismo, fiz o primeiro sapatinho de crochê tipo all star. Afe eu achava tão lindo mas no fundo achava que eu não iria conseguir haha Felicidade define sim ou claro? É a coisa mais fofa que existe! Essa confiança de dizer que algo que algo que fiz, é bom e vale à pena também é uma conquista, sério, até bem pouco tempo atrás qualquer coisa produzida pelas minhas mãos eu achava uma completa merd@.

No meio das pesquisas sobre vendas, também dediquei muito do meu tempo a entender sobre investimento e conquista de sonhos, o que me deixou mais confiante para o que quero realizar. Encontrei um canal ótimo que trás para a gente detalhes sobre como conseguir chamado Me Polpe!. A Nath é ótima em passar informações sobre dinheiro e nosso relacionamento com ele, mas cuidado, não é saudável levar a ferro e fogo tudo que ela diz, tem pitadas problemáticas em algumas falas, principalmente em vídeo antigos, então se blinde de coisas que podem te frustrar com sua vida porque não tem nada de errado com ela, mas nunca desista de seus sonhos. Que a conquista de sonhos não nos faça esquecer de quem somos.

Daí fiz uma planilha para acompanhar o que entra e sai aqui em casa e descobrimos que pode sobrar mais do que pensei, então fizemos o primeiro investimento semana passada! Afe! Que felicidade! Que nervosismo! Parecia que eu tava vendendo um rim hahaha Vamo cuidar da nossa aposentadoria porque se aposentar pelo inss nóis já num vai né, migs? Já perdi essa esperança :/ 

Agora me voltando mais para o intrínseco e pessoal, conseguir estabelecer uma conversa sem provocar dor com uma pessoa que tanto me machucou no passado parecia uma loucura há um ano atrás, talvez até há alguns meses atrás, principalmente no que diz respeito à família, né? Porque a gente conhece e se afasta de um bocado de pessoas na vida mas não tem como fazer isso com alguém que cria a gente. Mas essa conversa aconteceu, repetiu e já considero uma vitória das grandes. Tinha colocado isso como uma meta na terapia e ter conseguido dar o check mental nela realmente me revigora e me faz ter orgulho da pessoa que tenho conseguido ser.

Gratitude de julho e agosto, coisas boas para serem lembras 2018/ neodesvario/blog/gatinha/neném

Falando da terapia agora, desde o mês passado, talvez desde a vitória da conversa estabelecida ~talvez~, tenho vivido uma plenitude comigo mesma. Uma confiança na pessoa que sou. É uma doideira de detalhe que faz toda diferença para se levantar todos os dias. Claro que os momentos de tristeza vêm, as decepções, as perdas, mas entender que tudo isso é normal, que acontece mesmo, que só eu não sendo humana para não vivenciar tudo isso (o que é impossível), deixa tudo tão mais fácil...

No meio de tudo isso, adotei um novo neném que tava miando num lugar que costumava ir. A tadinha é virada, tira todo mundo do sério, até os outros gatos, gente, mas é a coisa mais linda. Sem falar que ela mama nos dedos da gente. Dá pra crer? haha

Enfim, só de escrever esse post tive algumas ideias do que trazer para cá. Bendito Gratitude com pessoas maravilhosas! Quais gratitudes você tem para esses meses? O que deseja guardar na memória pro futuro? Coloca aqui embaixo, vou adorar conversar com vocês ~sempre adoro ><.

Veja os post dos migos:


19.7.18

O que temos feito nas redes sociais | neodesvario | arte | social media | pawel kuczynki

E com as duas palavras - redes sociais - nossa mente já vai direto ao virtual, percebeu? Confesso que, pessoalmente, tenho estado bem triste com as relações sociais físicas que chegam até mim. Na verdade eu nunca fui muito sociável, mas tem aquelas pessoinhas que fazem meus dias melhores com uma conversa, em contraponto, tem aquelas que evito ao máximo por me deixarem mal começando pela energia.

É, eu acredito em energia. Eu acredito e sinto.

Daí quando a gente vai pro virtual, como pode haver a troca de energia? É possível? As pessoas estão querendo que haja alguma troca? Além disso, o que a gente tem feito nessa internet de meu-deus? A gente tá dialogando com as pessoas? Estamos evoluindo, lendo, conversando? A gente tá cuidando das pessoas? Trocando - e não apenas expondo - experiências? O que estamos fazendo nesse novo jeito de existir? Existir é suficiente? Estamos vivendo?

Se quando a gente pensa em "redes sociais" a gente lembra da virtual, o quão impessoal, e abraçando essa impessoalidade, estamos sendo? Ou as redes sociais podem sim ser pessoais?

Eu não acredito que as pessoas gostem de ficar o tempo todo sozinhas. Até quase o tempo todo, sim, mas todo ele, não. E eu tô falando em fazer isso de boa, sem sentir falta, com a mente sã. Porque somos humanos e humanos dependem de relações sociais, nem que seja indo numa feira e pedindo desculpas por ter esbarrado numa moça. A gente precisa.

Nas redes sociais virtuais não poderia ser diferente.

Tem tanta gente que sai desse mundo "real" em busca de um refúgio em algum cantinho dessa internet. Não tá nos planos dessas pessoas chegar nesse cantinho e ser ignorada, tá? As pessoas estão aqui em busca de algo para elas também, alguns pixels de espaço, algumas inspirações para ter, informações, aprendizados, uma palavra amiga... Elas querem e nem sabem. Ou sabem?

Mais uma pergunta: para que servem as redes sociais?

Quero dizer: para que serve para nós, pessoas comuns?

A gente vive criando conteúdo para as redes e só? Elas ganham dinheiro em cima de nossos anseios e só? É só nisso que a gente vai ficar? Numa troca de like e seguidor enlouquecida e que só vê números que na verdade não dizem nada sobre nós, dizem apenas que aquele app tá cheio das pessoas enriquecendo por trás do html ou grandes marcas.

O que temos feito nas redes sociais | neodesvario | arte | social media

Poxa, somos seres tão complexos. Somos seres únicos - como todos os outros, não podemos esquecer. A gente não pode ficar só na sensação de que estamos evoluindo, aprendendo, melhorando, crescendo. As redes sociais fazem isso com a gente e a gente fica estagnada sendo iludida por coraçõezinhos... Vamos partir para ação? 

Desde o filme Capitão Fantástico tenho mudado minha conduta nas redes sociais, virtuais e físicas. A cada dia tenho tentando agregar para mim e para as pessoas que estão à minha volta. Comecei um diálogo pelo imbox do instagram com algumas pessoas que responderam uma enquete e me senti tão bem. Parecia que eu tinha sentado com cada um num barzinho diferente enquanto tomávamos algo e conversávamos sobre quem somos. Mandar palavras de carinho e receber, mesmo que escritas e via banda larga, refaz a gente, sabe? Me senti acrescentada e pretendo continuar com isso por lá. Se quiser conversar também, tá convidada.

Os diálogos aqui onde chove e faz sol estão engraçados, para não dizer com um humor bem ruim mesmo. Quando a gente acha que tá perto de uma pessoa com empatia e sensibilidade, ela nocauteia a gente com uma frase meio - toda - bosta. Uma dessas frases me deixou refletindo e comecei a ler um livro chamado O Processo Civilizador. Ou seja, peguei aquela coisinha que ficou ruminando em mim e transformei em busca de conhecimento. É massa. Melhor que só ficar no negativismo, sério, não faz isso, só magoa a gente.

Enquanto aqui fora continua assim meio fuen, uso essa internet maravilhosa para me conectar com pessoas maravilhosas que só me acrescentam e me fazem tão bem, chegando ao ponto de mandar essa energia boa de lá para cá e ela fica indo e vindo daquele jeito bom. Um desses canais é esse broguitcho, que me possibilita encontrar quem me faz bem <3

Esse post não tem conclusões e nem é para ter, é uma conversa e, como uma conversa, vai e vem. Queria saber o que você acha disso tudo, se conseguiu acompanhar essas minhas interrogações e se fez alguma diferença aí desse lado. Vamos transformar nossos espaços aqui em grandes barzinhos que servem chás, cafés e comida gostosa.

Dois podcasts que escutei sobre redes sociais e recomendo:


Mamilos + Meio Fio em 4D

Tem algum recurso para me indicar para ampliar os conhecimentos? Comenta aqui!
*arte1: Pawel Kuczynski
arte2: desconhecido
16.7.18

Capitão Fantástico e a quantidade de reflexões que um filme pode oferecer | neodesvario | resenha | blog | conversa | arte | grafic
Euzinha estava num momento de surto em que meu maior querer era me livrar de tudo, de todos os anseios, da vontade de ir pra a faculdade, da pressão no estudo (que não é para aprendizado mas para servir de calço para outra coisa), da vida social-urbana e me mandar para o mato. Na minha cabeça esse lugar ia me trazer a tão querida paz, o sossego e os momentos comigo mesma que tenho buscado e que são tão difíceis do lado de cá - como tá por aí? dicas?

Falei isso no nosso grupo do Gratitude (<3) e Guttho me recomendou assistir ao filme Capitão Fantástico. Procurei ~nas internet da vida~ (tendeu?) e no dia seguinte já fomos assistir aqui em casa. Aviso: não tem na netflix. Uma blasfêmia, sim.

Comecei a ver o filme e se tornaram as melhores duas horas da semana, pelo menos. Se formos contar as horas gastas com áudio visual, tá entre as melhores, com certeza. Nesse momento tô pensando nas palavras que vou usar a partir de agora. Na minha cabeça só vem maravilhoso e fantástico. Porque descrever acontecimentos cotidianos é fácil mas e sentimentos e sensações? Tá aí o desafio da escrita que quem se propõe a escrever passa.

Capitão Fantástico e a quantidade de reflexões que um filme pode oferecer | neodesvario | resenha | blog | conversa

Comecemos devagar.

O filme se trata de uma família que vive "nos mato", onde eu queria morar, lembra? Três irmãos e três irmãs, o pai e a mãe. Os pais decidiram criar os filhos ali naquele pedaço de terra, criá-los ao seu modo, entende? E nesse quesito vários pontos são propostos. Eles promovem a leitura como educação técnica sobre tudo (todos leem), exercícios físicos, meditação, eles caçam para se alimentar e trabalham todos juntos, do mais novo ao mais velho, dialogam e pergunta feita é pergunta respondida - como numa cena em que um dos mais novos pergunta o que é estupro ao pai e ele, prontamente, lhe responde de modo simples e sem rodeios. E porque não?

Capitão Fantástico e a quantidade de reflexões que um filme pode oferecer | neodesvario | resenha | blog | conversa | gif

A ideia de grupo e comunidade é comum a todos. Em muitas partes vemos eles citando ou falando sobre Marx ou Ttrotsky, ou, até mesmo, Mao Tsé-Tung, além de Benjamin Spock, Platão e tantos outros cientistas/revolucionários. Sabe a parte do diálogo? É a dialética que é empregada ali. A dialética vem do grego dialektiké e significa "arte do diálogo", onde pensamentos a favor e contra algo são propostos e todos chegam a um consenso em busca da verdade. Alguns são bons em filosofia, outros em biologia e outros em física e química. São pessoas, não é mesmo? Cada um com sua particularidade, personalidade e características. 

Pois bem. Por algum motivo eles precisam voltar à cidade e quando isso acontece, vem o choque. Eles nunca socializaram com mais ninguém, não sabem o que é coca-cola - e coisas do tipo - e os ideais que eles conquistaram pela informação na leitura vai totalmente contra esse mundo caótico que a gente vive, mesmo com toda informação que nos rodeia.

Capitão Fantástico e a quantidade de reflexões que um filme pode oferecer | neodesvario | resenha | blog | conversa

A gente vai acompanhando essa família, se apaixonando pelos personagens e desejando aquele pai para gente - pelo menos eu queria. A gente se sente parte dessa família e a gente só quer que ela fique bem. As emoções vêm e a gente só sabe sentir, chorar e sorrir. Não é um filme para todos mas com certeza todos deveriam assistir em algum momento da vida. 

Eu tava tão perdida antes de assistir esse filme. Daí comecei a assistir e já tava certa de tudo na minha vida. Depois fiquei confusa e agora vivo refletindo mas sem dor. Fiquei pensando sobre o que a gente tem vivido, as redes sociais cada vez mais lotadas, a criação de mais redes sociais (vocês viram o IGVT? Fiquei nervosa com aquilo e, pelo blog da Maki, vi que tive uma crise de FOMO junto com a crise de ansiedade que eu já conheço), cada vez mais pessoas falando e sem ouvir, falando sobre tudo mas sem se ligar a nada, pessoas que não enxergam pessoas nas redes virtuais e nem nas físicas, sendo que elas são criadas por essas pessoas... Até falei sobre isso no instagram e conversei com algumas pessoas (vem conversar comigo <3)

Uma coisa que ficou claro, pelo menos para mim, é que o extremismo ideológico nunca será a solução. Em qualquer coisa. Sobre qualquer bandeira. Se você defende uma bandeira acima de qualquer coisa ou pessoa, talvez não seja a melhor forma e nem a mais saudável de se doar a algo. O social é importante. O social é muito importante.

Todos esses pensamentos vieram e eu fico feliz em poder falar que eles vieram sem causar dano mas com um sentimento de ação. Sem angústia, sabe? Eu tenho ficado tão grata a esse filme - e ao Guttho <3 - a cada dia que passa que eu juro que eu vou comprar o DVD - ou blu-ray? não sei a diferença - assim que eu puder. É um filme para se ter na cabeceira.

Capitão Fantástico e a quantidade de reflexões que um filme pode oferecer | neodesvario | resenha | blog | conversa | gif

Enfim, se você tá meio perdido, como todo mundo, vem cá, senta aqui, toma essa pipoquinha e vamo assistir esse filme, sério. Depois me conta o que achou, se mudou algo na sua vida. Eu quero saber, de verdade, não é possível que só eu tenha amado tanto.

.se você já assistiu ao filme, vai entender o motivo dessa música nesse post e vai me dizer o que achou.
10.7.18


Mais um Gratitude saindo num mês de reviravoltas porque a vida não vai se tornar mais "fácil" porque tem um post sobre as coisas boas dela no final do mês, né?

Acho que uma das melhores coisas desse mês para mim foi o filme Capitão Fantástico. Eu tava surtando com os problemas e aí o Guttho me indicou esse filme e eu vou agradecer eternamente. Sério. Que fabulosidade (?). Vou falar sobre ele por aqui, se já tiver saído algo, deixo marcado, mas procurem. Vale muito à pena de verdade.

Outra coisa que me fez feliz como quem não quer nada foi que eu voltei a ler fanfics. Não sei vocês mas amo ler fanfics de todo o meu coração. Já tentei escrever uma mas tão difícil e tem gente que pega os personagens, joga de um lado pro outro e a gente só sabe admirar, né non? Vocês leem? Sobre o que geralmente vocês leem? Conte-me! Como eu leio no celular, isso me deu um gancho maravilhoso, e já vai pra outra coisinha bela, em que por querer informação mesmo comecei a ler um livro chamado O Processo Civilizador. Antes eu tava com um problema de ler no celular mas ler fanfic abriu essas portas pra mim haha

Já tinha esquecido de uma coisa: ganhamos cogumelo fresco. Gente, eu moro no interior, aqui não tem cogumelo de nenhum tipo, a não ser em conserva, e até em Recife fica difícil encontrar o fresco, a gente só achava o desidratado, daí veio uma pessoinha que é vegetariana e deu pra gente uma bandeja com um mix junto com uma vasilha de feijoada vegana. Se isso não é carinho, eu não sei o que é.

Por último mas não menos importante, voltei a fazer crochê, que eu tinha deixado de lado. Essa coisinha da foto é de uma ideia que já mudou tanto que só vou contar os planos que tenho pra ela quando ela estiver caminhando mais rapidamente. Terminei esse quadrado, eu queria um quadrado, - que na verdade nem terminei meixmo porque faltou um pedaço de linha... Triste mas confiante de que a ideia vai tomar forma.

Vejam os posts dos migos: